
O presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, tomou uma medida polêmica ao banir nesta quarta-feira a seleção de futebol do país pelos próximos dois anos de qualquer competição internacional por conta do fraco desempenho na Copa do Mundo da África do Sul.
“O presidente ordenou que a Nigéria abandone as competições internacionais por dois anos para permitir que o país coloque a casa em ordem", disse o porta-voz da presidência, Ima Niboro, durante encontro semanal com jornalistas.
De acordo com funcionários da Federação Nigeriana de Futebol, o desempenho da última seleção não está à altura do futebol dos Super Águias, portanto, um contrato de cinco anos pode ser oferecido ao treinador sueco Lars Lagerbäck para que ele possa montar uma equipe vencedora.
A FIFA, por sua vez, vai enviar uma carta à Associação de Futebol da Nigéria solicitando o cancelamento da proibição imposta pelo presidente Goodluck Jonathan.
Caso a decisão seja mantida, os nigerianos correm risco de serem punidos pela Fifa, uma vez que a entidade não permite intervenções políticas nas federações. A pena a ser imposta ao país gera impactos não só sobre a seleção masculina, mas também sobre o time feminino, os clubes e a federação.
“O presidente ordenou que a Nigéria abandone as competições internacionais por dois anos para permitir que o país coloque a casa em ordem", disse o porta-voz da presidência, Ima Niboro, durante encontro semanal com jornalistas.
De acordo com funcionários da Federação Nigeriana de Futebol, o desempenho da última seleção não está à altura do futebol dos Super Águias, portanto, um contrato de cinco anos pode ser oferecido ao treinador sueco Lars Lagerbäck para que ele possa montar uma equipe vencedora.
A FIFA, por sua vez, vai enviar uma carta à Associação de Futebol da Nigéria solicitando o cancelamento da proibição imposta pelo presidente Goodluck Jonathan.
Caso a decisão seja mantida, os nigerianos correm risco de serem punidos pela Fifa, uma vez que a entidade não permite intervenções políticas nas federações. A pena a ser imposta ao país gera impactos não só sobre a seleção masculina, mas também sobre o time feminino, os clubes e a federação.
Um membro do comitê executivo da Fifa, o nigeriano Amos Adamu, irá à Nigéria nesta segunda-feira para realizar negociações com as autoridades locais. A entidade máxima do futebol reforça que não reconhece o conselho de administração montado pelo governo para reorganizar o futebol da nação.
Eliminada na primeira fase, a Nigéria somou duas derrotas (1 a 0 para a Argentina e 2 a 1 para a Grécia) e um empate (em 2 a 2 com a Coréia do Sul) nesta Copa do Mundo. A equipe terminou na 27ª posição, à frente apenas de Argélia, França, Honduras, Camarões e Coréia do Norte.
Outras punições da FIFA
Outras punições da FIFA
Iraque – Em novembro de 2009, o comitê olímpico do país dissolveu a diretoria da Associação Iraquiana de Futebol por conta de uma briga política entre xiitas e sunitas (ligados ao ex-ditador Saddam Hussein) pelo domínio do esporte. Em 2010, a FIFA suspendeu a punição ao futebol iraquiano.
El Salvador – A FIFA suspendeu a seleção das atividades internacionais durante um mês. A Comissão Normalizadora, cuja finalidade é a revisão administrativa na federação local, o estabelecimento de estatutos e a convocação da assembléia geral para escolha do novo diretório, foi declarada ilegal pelo governo nacional, o que foi considerado pela FIFA como ingerência.
Fonte: Lance.net
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