Nascido na Argélia, Alexandre Villaplane foi um dos jogadores de maior destaque na França do final da década de 20. Duro na marcação, bom passador e tido como o melhor cabeceador do país naquela época, em 13 de julho de1930 ele adentrou o gramado do estádio de Pocitos, no Uruguai. Foi o capitão da seleção no jogo de estréia, contra o México. Os franceses golearam por 4 a 1, e Villaplane definiu o dia como o mais feliz de sua vida.
O repórter Régis Rösing conversou no Uruguai com o francês Jacques Simon, advogado aposentado de 89 anos. Ele testemunhou aquela partida e, pouco mais de uma década depois, a
o voltar à França para lutar na Resistência contra o nazismo, teve o dissabor de reencontrar Villaplane em outro papel: o de subtenente da Brigada Norte - Africana, unidade a serviço de Hitler que delatava, caçava e matava judeus e inimigos do regime instalado na Paris ocupada. O ex-capitão da seleção integrava uma gangue conhecida por sua violência e sadismo, e, segundo testemunhas, apertou ele mesmo o gatilho em diversas execuções sumárias.
- Depois disso, perdi o interesse pelo futebol - contou Simon, que leiloou o ingresso que tinha da final da Copa de 1930, entre Uruguai e Argentina.
Villaplane, porém, não escaparia da justiça: em 1944, depois que Paris foi libertada pelas tropas aliadas, ele foi condenado à morte e fuzilado.
O repórter Régis Rösing conversou no Uruguai com o francês Jacques Simon, advogado aposentado de 89 anos. Ele testemunhou aquela partida e, pouco mais de uma década depois, a
o voltar à França para lutar na Resistência contra o nazismo, teve o dissabor de reencontrar Villaplane em outro papel: o de subtenente da Brigada Norte - Africana, unidade a serviço de Hitler que delatava, caçava e matava judeus e inimigos do regime instalado na Paris ocupada. O ex-capitão da seleção integrava uma gangue conhecida por sua violência e sadismo, e, segundo testemunhas, apertou ele mesmo o gatilho em diversas execuções sumárias.- Depois disso, perdi o interesse pelo futebol - contou Simon, que leiloou o ingresso que tinha da final da Copa de 1930, entre Uruguai e Argentina.
Villaplane, porém, não escaparia da justiça: em 1944, depois que Paris foi libertada pelas tropas aliadas, ele foi condenado à morte e fuzilado.
Fonte:Globoesporte.com
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