22 setembro 2009

Em busca do título de melhor do mundo, Robinho é eleito como o maior mercenário do mundo por jornal francês.


O atacante brasileiro Robinho foi eleito pelo jornal francês “L’Equipe” como o jogador mais mercenário do mundo ao trocar o Real Madrid pelo Manchester City no ano passado.

Essa notícia não é surpreendente se olharmos a maneira como o jogador se desligou de suas equipes, sempre pela porta dos fundos.

No Santos, até conseguir sua saída, simplesmente entrou em litígio com o clube quando apareceu à proposta do Real Madri, arranhando sua imagem de ídolo no clube, mais tarde fez o mesmo com os madrilenos quando usou como justificativa ter sido colocado como moeda de troca da equipe em uma das primeiras tentativas de contratar Cristiano Ronaldo, com isso exigiu sua saída para o Chelsea, do então treinador Felipão, para terminar no Manchester City e seus petrodólares.

Recém-chegado a Manchester já estava com o discurso ensaiado, dizendo que não estava indo por causa do dinheiro e sim pelo projeto que lhe fora apresentado, além de ficar encarregado de ser um dos astros do novo esquadrão que o time pretendia montar.

Mas o saldo no time acabou sendo decepcionante já que fez bom uso de suas regalias ao jogar algumas partidas, viajar para o Brasil sem avisar, ser acusado de estupro, ou seja, se transformar em um mascarado. Já nesse ano, com a avalanche de contratações Robinho acabou perdendo espaço na equipe titular para Tevez, que apesar de ser feio de doer virou o garoto propaganda não só do time como da cidade, por seu estilo mais comportado e menos polêmico.

Robinho e Ronaldinho se parecem nesse sentido, de terem largado mão de jogar futebol, a diferença é que o Gaúcho já foi eleito 2 vezes o melhor do mundo e ganhou uma Copa do Mundo, enquanto que o ex-santista nem chegou perto de algo parecido.

Se não fosse a paciência de Jó de Dunga, Robinho já teria perdido a titularidade a tempos da seleção, devido a sua falta de objetividade e companheirismo, jogando para si apenas para chamar os holofotes.

Completam a lista:

2. Beckham: que saiu do Real e foi para o Los Angeles Galaxy. Seu salário é de cerca de R$ 11 milhões por ano.

3. Djibril Cissé: deixou o Sunderland e foi para o Panathinaikos para ganhar um salário mensal de cerca de R$ 1 milhão.

4. Julien Faubert: depois de trocar o Bordeaux pelo West Ham, em 2007, o treinador da seleção da França, Raymond Domenech, afirmou: "foi uma estupidez sem igual, por motivos fianceiros". Depois disso o jogador não foi mais convocado para a seleção.

5. Pascal Feindouno: jogador assumiu que foi jogar no Al Saad do Qatar por motivos financeiros. O salário anual é cerca de R$ 6,7 milhões.

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