
Ontem, após a vitória da Lusa por 3x1 sobre o Figueirense, o lateral Cesár Prates resolveu falar sobre a invasão no vestiário feita pelo conselheiro Antônio José Vaz Pinto que teria entrado com mais três homens, todos portando armas na cintura, para intimidar os jogadores, em especial Edno e Heverton, após a derrota para o Vila Nova em casa semana passada, como tinha relatado o técnico René Simões.
Atuando como porta voz do grupo, o jogador fez uma revelação surpreendente ao dizer que não houve nenhum tipo de agressão ou intimidação no vestiário. Ele disse que é normal a entrada do conselheiro no vestiário e como o técnico René Simões ainda era recém-chegado ao clube ele desconhecia esse tipo de atitude e teria feito um ‘estardalhaço’ e apenas isso. Os jornais teriam super valorizado a reação do técnico o que teria levado a tudo isso, já em relação a Edno, o lateral disse que a invasão de nada afetou sua decisão de deixar a equipe e que as ameaças que recebia teriam culminado em sua saída.
Vale lembrar que ontem a Lusa mandou sua partida na Arena Barueri, já que por conta do episódio teve seu estádio interditado, isso porque ainda pode ser julgado pelos incidentes da partida contra o Vasco, quando dirigentes e o jogador Robinho da equipe carioca foram agredidos por torcedores lusitanos na saída do estádio.
De duas uma, ou César Prates está falando a verdade, ou está apenas defendendo seu time que pode ficar um bom tempo sem jogar em casa, após ter sido convencido por Manuel da Lupa, porque chamar na cara larga de mentirosos seu ex-técnico e seu ainda companheiro de time, é uma acusação muito grave.
Isso porque durante a semana o Sr.Manuel da Lupa, presidente do clube, fez pouco caso da situação ao se referir aos homens armados como ‘folclore’ do ex-treinador e classificar como normal o entra e sai de conselheiros no vestiário da equipe. Mas se formos pensar que esse é o mesmo irresponsável que acusou o zagueiro Jean Rolt, da Ponte Preta, de ter se vendido ao cometer o pênalti que deu a classificação do Santos a semifinal do Paulistão, não é difícil de entender tal descaso.
Mas não é de hoje que reclamam dos dirigentes da portuguesa, todas as equipes têm uma enorme dificuldade em negociar com eles, já que seus dirigentes têm mania de grandeza e pedem preços astronômicos por qualquer jogador. O que eles não enxergam é que a equipe é fraca e seus torcedores não têm mais paciência com tanta incompetência.
Mas não é de hoje que o Canindé, seus dirigentes e sua torcida organizada (Leões da Fabulosa) são conhecidos pela sua combinação explosiva que somados a um time que nunca ganhou nada e que morre sempre na praia, se transforma na casa da Mãe Joana.
Atuando como porta voz do grupo, o jogador fez uma revelação surpreendente ao dizer que não houve nenhum tipo de agressão ou intimidação no vestiário. Ele disse que é normal a entrada do conselheiro no vestiário e como o técnico René Simões ainda era recém-chegado ao clube ele desconhecia esse tipo de atitude e teria feito um ‘estardalhaço’ e apenas isso. Os jornais teriam super valorizado a reação do técnico o que teria levado a tudo isso, já em relação a Edno, o lateral disse que a invasão de nada afetou sua decisão de deixar a equipe e que as ameaças que recebia teriam culminado em sua saída.
Vale lembrar que ontem a Lusa mandou sua partida na Arena Barueri, já que por conta do episódio teve seu estádio interditado, isso porque ainda pode ser julgado pelos incidentes da partida contra o Vasco, quando dirigentes e o jogador Robinho da equipe carioca foram agredidos por torcedores lusitanos na saída do estádio.
De duas uma, ou César Prates está falando a verdade, ou está apenas defendendo seu time que pode ficar um bom tempo sem jogar em casa, após ter sido convencido por Manuel da Lupa, porque chamar na cara larga de mentirosos seu ex-técnico e seu ainda companheiro de time, é uma acusação muito grave.
Isso porque durante a semana o Sr.Manuel da Lupa, presidente do clube, fez pouco caso da situação ao se referir aos homens armados como ‘folclore’ do ex-treinador e classificar como normal o entra e sai de conselheiros no vestiário da equipe. Mas se formos pensar que esse é o mesmo irresponsável que acusou o zagueiro Jean Rolt, da Ponte Preta, de ter se vendido ao cometer o pênalti que deu a classificação do Santos a semifinal do Paulistão, não é difícil de entender tal descaso.
Mas não é de hoje que reclamam dos dirigentes da portuguesa, todas as equipes têm uma enorme dificuldade em negociar com eles, já que seus dirigentes têm mania de grandeza e pedem preços astronômicos por qualquer jogador. O que eles não enxergam é que a equipe é fraca e seus torcedores não têm mais paciência com tanta incompetência.
Mas não é de hoje que o Canindé, seus dirigentes e sua torcida organizada (Leões da Fabulosa) são conhecidos pela sua combinação explosiva que somados a um time que nunca ganhou nada e que morre sempre na praia, se transforma na casa da Mãe Joana.
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