Assim como Ronaldo no Corinthians (nas suas devidas proporções), o que parecia ser impossível se tornou realidade, Vagner Love é o novo reforço do Palmeiras para o restante do Campeonato Brasileiro.O atacante deve ser apresentado na segunda-feira e assinará contrato até julho do ano que vem, tendo a possibilidade de renovar por mais um mês, caso a equipe consiga chegar às finais da Taça Libertadores.
Essa notícia já era esperada nos últimos dias em decorrência do avanço nas negociações, mas mesmo assim acabou pegando todos de surpresa não pela vontade do jogador, mas sim pela dureza de se negociar com os russos (recusaram propostas de Santos, Corinthians, Flamengo e do próprio Palmeiras) que o idolatram já que desde que chegou ao clube ganhou 10 títulos e na maioria deles foi o artilheiro.
Para conseguir sua liberação sua amizade com o presidente do CSKA Evgeny Giner foi importantíssima que o liberou após a renovação de seu compromisso com os russos por mais 4 anos.
A outra boa notícia fica por conta da permanência de Obina que estava cotado para ser trocado por Love e fica pelo menos até o fim do ano, quando o alviverde pode acionar a opção de compra pelo jogador junto ao Flamengo por 4 milhões de reais.
Como não foram apresentadas informações sobre quanto o Palmeiras pagou ao CSKA pelo jogador, podemos concluir que ele veio a custo zero. Embora o Palmeiras não tenha pagado nada por ele mesmo, o clube se dispôs a bancar sozinho (leia-se com ajuda de investidores) o salário astronômico do jogador que deve chegar na casa dos 400 mil mensais, fora as luvas e o acordo feito com os russo abrindo mão de 5% dos 10% do valor que tem direito a receber em caso de venda do jogador para algum clube da Europa por ser o clube formador.
Embora a passagem relâmpago de Keirrison tenha sido proveitosa, a camisa 9 sempre esteve vaga desde a saída de Vagner e nada melhor do que ele mesmo para preencher essa lacuna. opinião, Love joga muito mais do K9 até por ter mais bagagem e ser mais maduro
Embora a meteórica passagem de Keirrison tenha sido proveitosa, a camisa 9 do clube sempre esteve vaga desde a saída de Vagner, que volta para preencher essa lacuna. Porque na minha opinião, Love é muito mais jogador do que K9 não só pela bagagem, maturidade, mas por ter mais brio, vontade e não é tão estático quanto o ex-centroavante do Palmeiras que é muito bom jogador, mas tem muito a evoluir e não estava mais com a cabeça aqui.
Em seu retorno ao Palestra Itália, Vagner Love terá um caminho longo e duro pela frente: Terá que justificar o alto investimento feito pelo clube para ser o goleador que a equipe precisa, hoje ele volta como um jogador consagrado diferentemente de quando saiu e era uma promessa e a mais árdua de todas conquistar novamente a torcida após sua ‘traição’ ao protagonizar uma das novelas mais desastradas do futebol nacional ao dizer que jogaria pelo arqui-rival Corinthians e ter camisetas vendidas com seu nome.
A diretoria terá que ficar de olho no jogador já que ele não recebeu esse apelido Love à toa. O atacante já teve problemas com as noitadas em sua primeira passagem e por isso deverá ter marcação cerrada da torcida e dos dirigentes, o problema será quando ele for para o Rio e encontrar o parceiro da night Adriano.
Mas como ainda alimenta a chance de disputar a Copa do Mundo, o atacante deverá se manter na linha. A decepção deve ficar pela falta de algum plano de marketing para explorar a marca do atacante como fez o Flamengo, com Adriano.
Ano que vem é o centenário do Corinthians, mas quem pode roubar a cena é o Palmeiras se mantiver sua base e concretizar a contratação de seu novo alvo: o craque e ídolo Valdivia, para quem sabe transformar o ano do Corinthians em “Centernada”.

O engraçado é que quando o jogador saiu deveria ganhar no máximo uns 70 mil reais e olhe lá e agora volta ganhando 5 vezes mais, a herança da gestão Mustafá continua até hoje. Todo esse investimento feito pela cúpula alviverde para acabar com o jejum de conquistas nacionais que dura 15 anos, é notável desde a manutenção do elenco à contratação de Muricy e Love, mas no futuro essas despesas devem inflacionar um bocado os cofres palestrinos, que pelo menos dêem resultados agora.
Se não no final do ano, Belluzzo deve contratar muitos funcionários para pintar os muros do Palestra que devem receber mensagens como “Vagner Love artilheiro de Série B”, “Fora Belluzzo”, “Fora Traffic”.
Embora a meteórica passagem de Keirrison tenha sido proveitosa, a camisa 9 do clube sempre esteve vaga desde a saída de Vagner, que volta para preencher essa lacuna. Porque na minha opinião, Love é muito mais jogador do que K9 não só pela bagagem, maturidade, mas por ter mais brio, vontade e não é tão estático quanto o ex-centroavante do Palmeiras que é muito bom jogador, mas tem muito a evoluir e não estava mais com a cabeça aqui.
Em seu retorno ao Palestra Itália, Vagner Love terá um caminho longo e duro pela frente: Terá que justificar o alto investimento feito pelo clube para ser o goleador que a equipe precisa, hoje ele volta como um jogador consagrado diferentemente de quando saiu e era uma promessa e a mais árdua de todas conquistar novamente a torcida após sua ‘traição’ ao protagonizar uma das novelas mais desastradas do futebol nacional ao dizer que jogaria pelo arqui-rival Corinthians e ter camisetas vendidas com seu nome.
A diretoria terá que ficar de olho no jogador já que ele não recebeu esse apelido Love à toa. O atacante já teve problemas com as noitadas em sua primeira passagem e por isso deverá ter marcação cerrada da torcida e dos dirigentes, o problema será quando ele for para o Rio e encontrar o parceiro da night Adriano.
Mas como ainda alimenta a chance de disputar a Copa do Mundo, o atacante deverá se manter na linha. A decepção deve ficar pela falta de algum plano de marketing para explorar a marca do atacante como fez o Flamengo, com Adriano.
Ano que vem é o centenário do Corinthians, mas quem pode roubar a cena é o Palmeiras se mantiver sua base e concretizar a contratação de seu novo alvo: o craque e ídolo Valdivia, para quem sabe transformar o ano do Corinthians em “Centernada”.

O engraçado é que quando o jogador saiu deveria ganhar no máximo uns 70 mil reais e olhe lá e agora volta ganhando 5 vezes mais, a herança da gestão Mustafá continua até hoje. Todo esse investimento feito pela cúpula alviverde para acabar com o jejum de conquistas nacionais que dura 15 anos, é notável desde a manutenção do elenco à contratação de Muricy e Love, mas no futuro essas despesas devem inflacionar um bocado os cofres palestrinos, que pelo menos dêem resultados agora.
Se não no final do ano, Belluzzo deve contratar muitos funcionários para pintar os muros do Palestra que devem receber mensagens como “Vagner Love artilheiro de Série B”, “Fora Belluzzo”, “Fora Traffic”.